Visando desenvolver o debate acerca de como o uso de evidências por parte das ciências econômicas pode agir no sentido de corroborar com a teoria ou não, este projeto de Iniciação Científica buscou entender a Reforma Trabalhista ocorrida no Brasil. Para tal, analisou-se a microeconomia por de trás do mercado de trabalho, compreendendo as falhas de mercado nele presentes como risco moral, responsabilidade limitada e seleção adversa e como a reforma, de um ponto de vista teórico, poderia agir no sentido de mitigar o efeitos de tais falhas. Visto que o objetivo geral é a verificação da relação entre evidências e pressupostos teóricos, utilizou-se, também, a literatura empírica que trata da flexibilização ao nível de indicadores empíricos de desemprego, informalidade e produtividade. A literatura empírica estendeu-se, também aos casos de latino-americanos de reforma trabalhista, visto que a mesma no Brasil é recente e não há dados suficientes disponíveis sobre a mesma e que tais países possuem similaridades institucionais advindas de processos históricos semelhantes.
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