Oferecendo o Corpo ao Público: Pessoa ou Coisa? Uma Análise dos Limites do Direito ao Próprio Corpo e da Autonomia Privada em Performances de Body Art

Ano
2021
Escola
DIREITO SP – Escola de Direito de São Paulo
Aluno-pesquisador
Alice Calixto Gonçalves
Orientador
José Garcez Ghirardi e André Rodrigues Corrêa
Localidade
São Paulo

Nesta pesquisa, adota-se como fio condutor os limites da disposição do corpo em performances de body art, à luz dos casos de Rhythm 0 (1974), da performer Marina Abramovic e La Betê (2017), do artista Wagner Schwartz; dentre outros no âmbito do entretenimento. Através dos termos de discordância na tensão entre Direito, Artes e Linguagem, busca-se compreender se o corpo humano é visto como “pessoa” ou como “coisa”. Constatou-se que, diante da polissemia, determinados discursos autorizam certos usos do corpo, enquanto outros, são censurado; resultando em debates jurídicos distintos.