A Lei Maria da Penha prevê mecanismos para enfrentar a violência doméstica, indicando que instrumentos jurídicos não bastam para acolher as mulheres. Outros profissionais devem estar disponíveis durante o atendimento jurídico, mantendo um diálogo constante e horizontal entre os saberes, para que atuem de forma interdisciplinar. A pesquisa analisa os profissionais do Centro de Atendimento Multidisciplinar da Defensoria Pública de São Paulo e sua interação com o direito, no atendimento das mulheres.
Palavras-chave: Atendimento jurídico integral; Multidisciplinaridade; Centro de Atendimento Multidisciplinar; Violência doméstica; Lei Maria da Penha; Defensoria Pública; Estado de São Paulo
Para ter acesso ao trabalho completo, envie um e-mail para: pibic@fgv.br