A imprevisibilidade temporal nos julgamentos do STF: regras vazias não param em pé

Ano
2015
Escola
DIREITO SP – Escola de Direito de São Paulo
Aluno-pesquisador
João Guilherme Thiesi Da Silva
Orientador
Rubens Eduardo Glezer
Localidade
São Paulo

Pelo estudo do Regimento Interno, da política do Tribunal e de alguns casos emblemáticos, este trabalho procura responder se o desenho normativo e a prática do STF estimulam a previsibilidade da data em que os processos são julgados. Identificou-se que as regras são vagas e que não estabelecem prazos vinculantes nem critérios claros de transparência. Essa imprecisão dá espaço para que os Ministros conduzam os processos com base em critérios subjetivos, o que explicita o cenário de extrema imprevisibilidade.

Palavras-chave:

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