A democracia é o regime político mais difundido e o mais valorizado no mundo ocidental. Sua característica fundamental, a representatividade, é defendida com vigor pelos mais diferentes grupos no debate público. A relação entre “ocupações” e desempenho eleitoral é o centro de uma série de pesquisas. A forte influência da primeira na segunda gera vieses significativos na representatividade (Cervi, Costa, Codato, Perissinoto, 2015). Tendo isso em vista, é importante questionar: como se dá essa representatividade na democracia brasileira? A literatura sobre composição profissional das casas legislativas e dos pretendentes à ingresso nessas tem, no fundo, essa questão. Este artigo se propõe a fazer parte deste grupo e, por isso, busca enfrentar o problema apresentado.
Para ter acesso ao trabalho completo, envie um e-mail para: pibic@fgv.br