A emissão de carbono como um problema é um fenômeno recente. Divulgado no GI, em julho de 2018, o jornal nacional veiculou que o Brasil provavelmente não irá cumprir sua meta no Acordo de Paris. O objetivo desse acordo é limitar o aquecimento global a 2 graus Celsius. Entretando, aumento do desmatamento em solo brasileiro (devido a sinalizações positivas do governo para os proprietários de terra e a medida provisórias e decretos reduzindo demarcações indígenas e áreas protegidas) se coloca como um obstáculo para essa meta. Segundo os pesquisadores, se os dematamento continuar no ritmo dos últimos cinco anos, o país terá que gastar quase o dobro que investe hoje no setor energético em busca de energia mais limpas para cumprir seu compromisso no Acordo do clima de Paris. O custo poderia chegar a US$ 2 trilhões até 2050. Essa nova tendência de maior desmatamento contradiz com a de redução da década anterior no Brasil.
O estudo veiculado a reportagem do Jornal Nacional aponta o novo código florestal, aprovado no governo Dilma, como ponto de partida para expansão do desmatamento. Como o compostamento político é uma resposta a incentivos econômicos da conjuntura nacional e mundial é importante observar a avaliação dos agente quanto aos custos e benefícios marginais quanto à emissão de carbono e seu controle. Nesse contexto, modelos econômicos são as vias de interpretação de maximização utilidades de gerações em diferentes períodos. Qual o peso dado a utilidade da geração atual? Ea futura? Esses fatores influenciam o padrão de escolhas dos agentes e precisão ser analisados objetivamente.
Palavras-chave: emissão de carbono; modelos; maximização de utilidade; desmatamento; intertemporal.