O presente trabalho pretende trazer uma compreensão das maneiras de observar os homicídios, em especial os que atingem a juventude negra. Para tanto, analisa-se como são construídos socialmente estes homicídios, a partir da produção de estatísticas criminais produzidas pela Secretaria de Segurança Pública no Estado da Bahia. A partir da análise dos documentos, dos números e das entrevistas com quem opera os sistemas de estatísticas, pretende-se contribuir para a construção de um conhecimento aprofundado acerca da forma desses homicídios “contarem” ou não, diante de sua preocupante persistência na realidade social e de sua ausência no desenvolvimento de políticas públicas
Palavras-chave:
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