A realização desta pesquisa até o momento pode ser encarada como dividida em duas partes: levantamento bibliográfico e análise dos textos levantados.
Para o levantamento bibliográfico desta pesquisa, foram utilizadas base de dados assim como JSTOR e EBSCO para que fosse possível ter acesso a Journals e artigos científicos no campo de estudos analisado para essa pesquisa. Para a pesquisa inicial, buscava-se artigos com base em key words preestabelecidas em reuniões com a Prof. Dra. Yuna Fontoura, para que se pudesse nortear a pesquisa.
Uma vez encontrados, os artigos foram referenciados em uma tabela de Microsoft Excel, com seus títulos, autores, local de publicação e abstract evidenciados, para facilitar a próxima etapa da pesquisa e qualquer tipo de manuseio dos artigos encontrados.
Uma vez que a Prof. Dra. Lygia Costa retornou ao Brasil no ano de 2017, ela e a aluna Victoria Prado começaram a ter encontros semanais, para discutir a referência bibliográfica levantada e, decidir o que que seria relevante para a pesquisa, além de ver se outras fontes bibliográficas também poderiam ser adicionadas. A cada material bibliográfico discutido, Victoria realizava um resumo com as partes mais importantes que foram discutidas, para que pudesse auxiliar em próximas etapas da pesquisa, além de poder auxiliar a Prof. Dra. Yuna Fontoura para estar sempre atualizada com os encontros. Nota-se que esses resumos se diferenciavam de abstracts de artigos, pois focavam em áreas importantes para a pesquisa realizada, e não necessariamente mostrava o artigo como um todo.
Durante as discussões e as leituras, foi possível entender um pouco mais sobre o movimento agroecológico no Brasil. Com isso, entendemos também o papel feminino no movimento, reconhecendo sua importância no processo agroecológico, uma vez que é a mulher a responsável por cuidar das sementes do plantio, e é ela que tem o poder para convencer seus maridos sobre como negociar com outros comerciantes na hora da venda do produto.
Nota-se que, foi descoberto que o movimento agroecológico tem um discurso parecido com o movimento feminista, uma vez que os mesmos buscam o empoderamento de classes/grupos da sociedade. Por exemplo, o movimento agroecológico busca firmar seu espaço na agricultura brasileira, apresentando-se como um movimento contra hegemônico ao agronegócio, enquanto o movimento feminista busca a igualdade de gêneros, firmando o espaço das mulheres na sociedade (BRUMER, 2004).
Para ter acesso ao trabalho completo, envie um e-mail para: pibic@fgv.br